quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

História do Reino de Alquimir A maldição aconteceu! DBDT O JOGO: HISTÓRIA


 História do Reino de Alquimir

A maldição aconteceu!


DBDT O JOGO: HISTÓRIA


Nos tempos medievais, por volta do ano 1128 aC, a humanidade estava no auge para a descoberta de novas terras, poder, reconhecimento, que assim pudessem trazer ao planeta terra a prometida prosperidade e eternidade. Uma rebelião dos Soldados do Rei, treinada desde a infância, a melhor de todas, saiu em busca da profecia que o Rei lhes havia contado!



A busca pelo poder e a descoberta de novos horizontes, na parte sul da Gália em março de 1128! Percorreram quilómetros em busca de profecias, noites frias e geladas, fome, dor e sacrifício por parte dos soldados, sem nunca questionarem a missão e a palavra do Rei! A 200 quilómetros da Gália, algo estranho acontecia, um forte e a luz forte, que pulsava e era vista a 500 metros de distância, chamou a atenção dos soldados!

Com medo do que poderia acontecer, todos se prepararam e avançaram em posição defensiva, formando um batalhão na primeira linha com escudos, na segunda linha soldados com lanças e na terceira linha arqueiros, com os cavaleiros cobrindo os flancos de todo o quarteirão. !


Eles avançam lentamente até chegar ao foco da luz, quando descobrem que a luz veio de baixo da terra! Demorou dias cavando sem parar até chegarem ao foco de luz, uma pedra de formato estranho...


Brilhava intensamente com um símbolo no meio que parecia uma letra D, onde ficava mais visível, a cada pulso de luz, mal sabiam eles que essa pedra seria o fim do reinado da humanidade na terra e o renascimento de um novo era.


Quando o general do batalhão pega a pedra, uma maldição é lançada no planeta terra onde todos os humanos desaparecem e um portal se abre, esse portal foi a passagem de uma dimensão de outra galáxia, dessa galáxia todos entraram no planeta terra... um novo começou a era, a era dos Lobos de Alquimir!!!


                        Estado de desenvolvimento                                      Roteiro




 Patrocinadores e apoiadores 



© 2022 DBDT: O JOGO. Projeto desenvolvido por Bruno Correia e Fábio Sousa são os CEO's da DBDT. O jogo e os logotipos relacionados são marcas registradas. Todos os direitos reservados.

DBDT: THE GAME®: Nos tempos medievais, um mundo paralelo foi descoberto pelos humanos! Um portal foi aberto, deixando o mundo dos lobos de Alquimir passar para o planeta Terra! A humanidade extinta, o início de uma nova era, o reino dos lobos de Alquimir! As batalhas para determinar o lobo mais poderoso começaram, é hora de preparar seu exército e vencer!







Especialistas em criptomoedas preveem que o preço destas novas altcoins pode explodir em até 10x em 2023

 

Especialistas em criptomoedas preveem que o preço destas novas altcoins pode explodir em até 10x em 2023

Adobe Stock / May_Chanikran

Em 2022, o mercado de criptomoedas passou por uma grande transformação, principalmente após o colapso de empresas líderes, como FTX e Luna. Essa nova realidade gerou inúmeros debates sobre transparência e controle nesse setor em rápida expansão. Como as nações em todo o mundo regularão as criptomoedas? Quais processos podem ser implementados para garantir a segurança do usuário? Essas perguntas permanecem sem resposta enquanto olhamos para 2023.

É inegável que as criptomoedas vieram para ficar, apesar das flutuações do mercado. Com DeFi, NFTs, play-to-earn (P2E) e aplicativos de contratos inteligentes crescendo em popularidade, muitas criptomoedas ainda podem ser excelentes investimentos para 2023. Contudo, para garantir o sucesso, os investidores precisam buscar projetos que cumpram os regulamentos e ofereçam casos de uso reais.

Resumindo, essa tecnologia permanecerá conosco por muito tempo, então quedas no mercado, como a atual tendência de baixa, fornecem uma excelente oportunidade para investidores astutos comprarem verdadeiras joias criptos por preços muito reduzidos. Os traders experientes sabem que os mercados em baixa são os melhores momentos para investir.

Com isso em mente, se você deseja fazer um investimento lucrativo em criptomoedas, considere investir em criptomoedas emergentes durante suas pré-vendas. No entanto, é essencial que o projeto tenha bases sólidas – como uma equipe experiente e qualificada, interesse do investidor e casos práticos de uso para o seu token.

Aqui estão cinco dessas novas altcoins que serão negociadas nas exchanges em 2023 e poderão crescer até 10x este ano, com base em suas forças fundamentais: FGHT, D2T, CCHG, RIA e TARO.

Fight Out (FGHT)

O FightOut é um aplicativo inovador de plataforma move-to-earn (M2E), que usa tecnologia inteligente de ponta e o blockchain para recompensar os usuários por completarem suas metas de condicionamento físico. Este projeto é apoiado por uma equipe altamente experiente e doxxed, que foi verificada pelo KYC pelo CoinSniper. Para garantir a máxima segurança dos serviços, o contrato inteligente de token FGHT, do FightOut, também foi totalmente auditado e certificado pela Certik - uma empresa líder em segurança de blockchain.

O aplicativo FightOut desenvolve um perfil de condicionamento físico digital personalizado para cada usuário individual para criar exercícios e planos de condicionamento físico personalizados. Os usuários podem resgatar recompensas na forma de REPS, que podem ser usados ​​para descontos em academias, assinaturas, roupas, suplementos e muito mais. O projeto também planeja construir academias físicas em todo o mundo com recursos como 'espelhos', exibindo os perfis digitais dos usuários e sensores rastreando exercícios para fornecer feedback e insights aos membros do projeto.

Este projeto está preparado para causar um grande impacto na indústria cripto e no espaço M2E em 2023. Com uma demanda alta pelo token FGHT, os investidores podem aproveitar o bônus de 50% ao investir mais de US$ 50.000 durante a pré-venda.

Dash 2 Trade (D2T)

O Dash 2 Trade é uma plataforma de análise de última geração para negociação, combinada com monitoramento de sentimento em tempo real. Com seus recursos abrangentes e mais de 70.000 membros provenientes da Learn 2 Trade - a empresa controladora do Dash 2 Trade - esta revolucionária ferramenta de negociação de criptomoedas visa manter os investidores seguros diante de golpistas, como o caso recente da FTX.

Ao adquirir os tokens D2T, os traders receberão uma vantagem por meio de sinais comerciais, notificações quando as próximas criptomoedas chegarem ao mercado, informações sobre o que as pessoas estão dizendo sobre determinados ativos e um sistema de pontuação de tokens de pré-venda, para avaliar projetos com base no desempenho potencial e crescimento. A plataforma também terá uma ferramenta de back-testing de estratégia para ajudar os traders a testar diferentes estratégias em tempo real sem risco.

Sem dúvida, um dos recursos mais interessantes, no entanto, é o sistema de negociação automática. Ao conectar-se a APIs de câmbio, esse recurso pode colocar rapidamente os dados de negociação em movimento e ajudar os traders a rastrear as taxas de sucesso em tempo real. Isso permitirá que os usuários personalizem suas estratégias à medida que avançam para obter os melhores resultados.

A pré-venda do D2T esgotou recentemente, mas a equipe decidiu disponibilizar o token aos investidores de forma limitada em uma rodada de sobrevenda. A fim de arrecadar US$ 2 milhões extras para mais listagens de exchanges e lançamentos de produtos mais rápidos, a equipe está oferecendo 36 milhões de tokens a US$ 0,0556 cada – já tendo arrecadado mais de US$ 14 milhões. Com fundos tão significativos, a equipe do projeto terá muitos recursos para garantir um lançamento bem-sucedido, bem como melhorias contínuas na plataforma no futuro.


C+Charge (CCHG)

C+Charge é um próximo sistema de pagamento peer-to-peer e aplicativo de recompensas, que utiliza a tecnologia blockchain para maximizar a conveniência para proprietários de veículos elétricos que buscam transparência e economia nas estações de carregamento. A utilização do C+Charge não apenas promete economizar o tempo de espera dos usuários na fila, mas também concede a eles créditos de carbono como incentivos para seus esforços ecologicamente corretos - contornando as despesas relacionadas aos sistemas de pagamento convencionais!

Com a plataforma C+Charge, os proprietários de veículos elétricos podem prever com precisão seus custos de carga – tornando todo o processo mais fácil e econômico. Além disso, proprietários e empresas podem configurar estações de carregamento usando a tecnologia. O software permitirá que eles rastreiem o consumo de energia para cada EV que carrega, a fim de que apenas os motoristas dos carros paguem pela eletricidade usada, tornando mais fácil para os proprietários colocar estações de carga sem aumentar os custos de eletricidade para todos os usuários.

Ao fornecer sistemas de recompensas, economia de custos e oportunidades educacionais para proprietários de veículos elétricos, o C+Charge está mostrando o potencial da tecnologia blockchain para criar valor tangível na vida das pessoas e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente em um setor em rápido crescimento.

Os investidores podem entrar agora na pré-venda do C+Charge e adquirir tokens a uma taxa única de US$ 0,013 USDT cada. À medida que a pré-venda avança, os preços dos tokens aumentarão gradualmente em quatro estágios, até atingir o preço máximo de US$ 0,02350.


Calvaria (RIA)

O Calvaria é um jogo de estratégia baseado em criptomoedas, onde os jogadores constroem baralhos de cartas de personagens para batalhar em um mundo com tema de vida após a morte.

Os jogadores acostumados com Gods Unchained, Splinterlands ou outros jogos de cartas de batalha se sentirão em casa com o Calvaria: Duels of Eternity. Embora o jogo ofereça elementos familiares que esses jogadores esperam e adoram, também existem alguns recursos exclusivos que diferenciam o Calvaria dos outros jogos. O projeto não apenas oferece imagens 3D aprimoradas, pois os jogadores também poderão participar de batalhas em seus dispositivos móveis por meio de aplicativos iOS ou Android. Além disso, para aqueles que preferem uma experiência mais relaxada, o Calvaria também possui seu próprio modo de história para jogar sozinho.

Ao vencer as batalhas, os jogadores serão recompensados ​​com tokens eRIA, que podem ser usados ​​para fazer compras no mercado peer-to-peer do Calvaria. Os jogadores poderão comprar uma ampla seleção de cartas para construir suas estratégias e podem vender qualquer carta sobressalente de seu baralho para atualizar para personagens melhores ou mais estratégicos.

O Calvaria também está criando um modo free-to-play, que permite aos jogadores entrar no jogo sem gastar um centavo. Todos os jogadores gratuitos recém-registrados receberão um deck inicial de cortesia. À medida que se envolvem no jogo, os jogadores podem ver quanto eRIA poderiam ter ganho se jogassem a versão Play-to-Earn do Calvaria. O objetivo é atrair os novos jogadores para o mercado de criptomoedas e incentivá-los a experimentar os jogos P2E.

Os jogadores e investidores não apenas recebem votos no Calvaria DAO quando investem seus tokens RIA, como também podem depositar esses tokens no blockchain. Isso dá a eles tanto recompensas passivas quanto poder de voto nas decisões de desenvolvimento do projeto.

A pré-venda do token do jogo está atingindo rapidamente a meta de US$ 3 milhões, com uma soma impressionante de US$ 2,7 milhões já arrecadada de investidores


RobotEra (TARO)

RobotEra é um jogo apaixonante que convida os jogadores a explorar o mundo pós-apocalíptico de Taro, que foi destruído em um evento apocalíptico. Os jogadores devem reconstruir o planeta enquanto criam e personalizam seus próprios robôs, que podem ser negociados no mercado do jogo. O melhor do RobotEra é que todos os jogadores, independentemente de seu nível de habilidade, podem usar as ferramentas disponíveis. Os jogadores podem construir e personalizar seus próprios robôs, que são baseados em NFTs únicos, antes trocá-los no mercado do jogo.

RobotEra também é um jogo do tipo play-to-earn, o que significa que os jogadores são recompensados ​​por completar certas tarefas e fazer reivindicações. Este sistema de recompensas oferece aos jogadores oportunidades adicionais de renda. O RobotEra também planeja introduzir elementos de realidade aumentada e virtual em 2023, imergindo ainda mais os jogadores no mundo de Taro.

A pré-venda da RobotEra arrecadou cerca de US$ 643.000 até agora e continua sua trajetória em direção ao marco de US$ 1 milhão.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Criador do Bitcoin Cinco frases clássicas escritas por Satoshi Nakamoto

 Criador do Bitcoin


Cinco frases clássicas escritas 
por Satoshi Nakamoto
Foto do suposto Satoshi Nakamoto (até hoje não se sabe quem é ele)

Satoshi Nakamoto sem dúvida foi o principal nome da história do Bitcoin (BTC). Afinal, ele não apenas criou a tecnologia, como também se manteve ativo na comunidade durante mais de dois anos.

Nesse período, Satoshi contribuiu com códigos e resolução de problemas que chegaram a ameaçar todo o projeto. Contudo, Satoshi resolveu sair da rede em abril de 2011 e desde então nunca mais foi visto.

Uma frase clássica dita por ele era sua ressalva de que sempre foi melhor com códigos do que com palavras. Mesmo assim, Satoshi também deixou frases clássicas que hoje são referências para toda a criptoesfera. Confira agora cinco dessas frases e os contextos nos quais foram escritas.


21 de junho de 2010

Sobre moedas perdidas

As estimativas mais confiáveis apontam que atualmente, pelo menos 20% dos BTC estão perdidos para sempre. Isso significa que pelo menos quatro milhões de BTC não podem ser mais acessados.

Na maioria das vezes, essas perdas ocorrem por pessoas que não armazenam suas chaves privadas com segurança. Mas para Satoshi, os BTC perdidos têm uma enorme utilidade.

Em 21 de junho de 2010, ele escreveu uma clássica frase no Bitcointalk a respeito disso. Na ocasião, o usuário Lazlo perguntou se não faria mais sentido econômico tentar recuperar as chaves perdidas. Satoshi respondeu:

“As moedas perdidas apenas fazem as moedas de todos os outros valerem um pouco mais. Pense nisso como uma doação para todos.”

De fato, como o BTC é escasso, a perda de moedas diminui ainda mais essa quantidade. Portanto, o valor das demais criptomoedas é indiretamente beneficiado.


11 de fevereiro de 2009

Sobre terceiros de confiança

A frase “don’t trust, verify” (não confie, verifique) é um dos lemas mais repetidos pela criptoesfera global. Ela não foi cunhada por Satoshi, mas a descentralização é obviamente um princípio basilar do BTC.

Nesse sentido, Satoshi foi o primeiro a classificar o BTC como um “dinheiro seguro”. A frase consta num e-mail escrito por Satoshi em 11 de fevereiro de 2009, um mês após o lançamento da criptomoeda.

“Com a moeda eletrônica baseada em prova criptográfica, sem a necessidade de confiar em intermediários terceirizados, o dinheiro pode ser seguro e as transações sem esforço”, disse Satoshi.


4 de fevereiro de 2010

Bitcoin para micropagamentos – ou não?

A escalabilidade da blockchain do BTC é um debate tão acirrado quanto a origem da vida. De um lado, há a corrente que defende o foco em micropagamentos. Por outro, a rede deve manter a segurança, ainda que em troca de menor escalabilidade.

Antes da guerra dos blocos de 2017, o tema já era discutido pelo próprio Satoshi. Houve uma discussão em 4 de fevereiro de 2010 sobre a possibilidade de ataques serem realizados com pequenas transações na rede, em valores de 0,00000001 BTC. E a posição do criador do BTC foi a seguinte:

“Bitcoin não é atualmente prático para micropagamentos muito pequenos. Não para coisas como pagamento por pesquisa ou visualização de página sem um mecanismo de agregação, nem coisas que custem menos de 0,01 (BTC). O limite de spam é a primeira tentativa intencional de evitar micropagamentos excessivamente pequenos como esse”, disse Satoshi.

Porém, os defensores do BCH que não fiquem animados, já que a palavra-chave da resposta de Satoshi é atualmente. Com as novas tecnologias como a Lightning Network, o BTC já é capaz de realizar essas transações sem coloca a blockchain principal em risco de ataques.


11 de dezembro de 2010

O ninho de vespas

Esta frase foi escrita em 11 de dezembro de 2010, quando o site Wikileaks anunciou que aceitaria doações em BTC. A medida foi tomada em resposta ao bloqueio das doações realizado pela Visa.

A medida foi comemorada em peso por toda a comunidade, exceto pelo próprio Satoshi. O criador do BTC escreveu uma frase que serve como um alerta e, ao mesmo tempo, um pedido a Julian Assange, criador do Wikileaks.

“O WikiLeaks chutou o ninho de vespas e o enxame está vindo em nossa direção.”

Satoshi temia que o Wikileaks chamasse atenção desnecessária para o BTC, ou pior: que o volume de transações comprometesse a rede.

Essa mensagem também possui uma grande importância história, pois foi a penúltima escrita por Satoshi antes de seu desaparecimento. Será que o anonimato dele teve a ver com a decisão do Wikileaks?


29 de julho de 2010

“Sem tempo, irmão”

Por fim, outra mensagem clássica de Satoshi, a qual foi escrita em 29 de julho de 2010. O criador do BTC foi questionado sobre o tempo para aprovar uma transação.

De acordo com o usuário bytemaster, autor da pergunta, o BTC precisava processar as transações tão ou mais rápido do que cartões de crédito.

A resposta completa de Satoshi foi uma verdadeira aula a respeito da segurança da rede. Mas a parte final (grifada em negrito) foi o trecho que entrou para a história:

“Veja o tópico da máquina de salgadinhos, eu descrevo como um processador de pagamento poderia verificar os pagamentos bem o suficiente. Na verdade, muito bem (taxa de fraude muito menor do que cartões de crédito), em algo como dez segundos ou menos. Se você não acredita em mim ou não entende, não tenho tempo para tentar te convencer, desculpe“, disse Satoshi.

A mensagem destaca algo que foi dito pelo próprio Satoshi: ele era de fato melhor com códigos do que com números. Sua comunicação era direto ao ponto, sem perda de tempo, tempo que ele gastou melhorando o código do BTC e criando uma invenção revolucionária.


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quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Banco Central confirma emissão de real digital em 2023

 

Banco Central confirma emissão de real digital em 2023


O projeto de uma moeda digital emitida pelo Banco Central (CBDC) está avançando no Brasil. De acordo com a Federação Nacional de Associações de Servidores do Banco Central (Fenasbac), o real digital deve ser emitido somente em 2023.

Recentemente, rumores apontavam que o real digital seria emitido ainda em 2022. No entanto, o Banco Central do Brasil afirmou que o projeto deverá emitir as primeiras moedas digitais somente no primeiro semestre do próximo ano.

A CBDC do Brasil terá o preço atrelado ao real brasileiro. Ou seja, cada real digital terá o valor de R$ 1 no mercado. Diferentemente dos criptoativos, a CBDC brasileira não será desenvolvida a partir da tecnologia blockchain.

Real digital em 2023

Antes do lançamento piloto do real digital, o Banco Central criou um programa de aceleramento de ideias envolvendo a CBDC. Chamado Lift Challenge, alguns projetos foram selecionados pelo programa por apresentarem soluções envolvendo a moeda digital brasileira.

O programa teve início recentemente, e desenvolverá atividades até 2023, quando o real digital deve ser lançado oficialmente pelo Banco Central do Brasil. A ideia é criar um projeto piloto da moeda digital no próximo ano, e sua ampla adoção no mercado deve acontecer somente em 2024.

Além do Brasil, outros países trabalham em projetos de CBDCs, como a China. O país asiático está em fase avançada de testes com o yuhan digital, e mais de US$ 14 bilhões da moeda digital já foram transacionadas neste período de lançamento.

Por enquanto, a CBDC da China está em fase de testes, sem previsão de lançamento oficial. Mais de 100 países em todo o mundo estão desenvolvendo sua própria moeda digital, como Nigéria, Malásia e Arábia Saudita, por exemplo.

Apesar do movimento dos bancos centrais ao redor do mundo, algumas entidades acreditam que as stablecoins são alternativas melhores aos CBDCs, como o presidente do Banco Central da Austrália.




terça-feira, 29 de novembro de 2022

Curitiba Cripto: cidade planeja aceitar criptoativos para pagamento de imposto

 

Curitiba Cripto: cidade planeja aceitar criptoativos para pagamento de imposto




A Câmara de Curitiba se inspirou no Rio de Janeiro e sugere a inclusão de criptoativos para o pagamento de impostos. Com o movimento, a capital paranaense busca se transformar em “Curitiba Cripto”. O executivo municipal deve avaliar a proposta, que seria para o exercício financeiro de 2023. 

A iniciativa foi liderada pela vereadora Noemia Rocha (MDB), que ainda pediu um estudo elaborado para mapear as empresas interessadas em operar essa forma de pagamento em Curitiba. 

Curitiba Cripto: otimismo e variedade

“As criptomoedas se tornaram ativos financeiros de imensa popularidade na economia mundial e já constituem formas alternativas à  “estatização da moeda’, conforme se observa nas inúmeras operações realizadas por meio do ambiente virtual”, disse a vereadora, em justificativa.

A repercussão do projeto foi positiva dentro da plenária e entre os moradores. Há discussões para levar a tecnologia para o Vale do Pinhão, região voltada para pesquisas de inovação do Paraná. 

De olho no Rio de Janeiro


A primeira cidade brasileira a tomar a iniciativa foi o Rio de Janeiro, que está em fase de viabilizar o pagamento. E a capital fluminense se denominou “cripto city” ao juntar o projeto do pagamento ao Porto Maravalley. 

As iniciativas incluem não só o projeto do Porto Maravalley e o fomento à inovação, mas também outras propostas em discussão no município, como a possível criação de uma moeda digital carioca, o pagamento de tributos com criptoativos e alguns benefícios fiscais para empresas de tecnologia que se instalem na região (como a redução do ISS para 2%).

A ação já está tendo efeito. O Rio de Janeiro foi usado como justificativa para a vereadora. “Desse modo, e em razão do precedente já adotado por município tão importante da federação, e considerando a estrutura já consolidada do município de Curitiba, somada a necessária atualização e modernização dos instrumentos de arrecadação fiscal, primando pela racionalidade, eficiência e voltados à adequação tecnológica, é que formulamos a presente proposição sob a forma de Sugestão ao Executivo para as providências preliminares que se mostrem necessárias”, disse. 

sábado, 26 de novembro de 2022

O que é bull market no mercado cripto?

 

O que é bull market no mercado cripto?



© - Shutterstock

Você já deve ter ouvido falar no termo bull market no mercado cripto. A expressão, também comum no mercado financeiro tradicional, foi criada para mostrar um momento de otimismo em relação a ativos de valor, como ações e criptoativos.

Em tradução do inglês, bull market significa mercado de touro, no qual o animal ganha uma enorme representatividade para os investidores. Na frente da bolsa de Nova York, por exemplo, existe um grande touro dourado que expressa esse sentimento de bull market, atraindo milhares de turistas anualmente.

E no mercado cripto, o termo possui o mesmo significado e é usado para identificar um momento de grande valorização para os criptoativos. Além da precificação de ativos digitais, o touro também pode ser usado para expressar um momento otimista do setor, quando existe grande confiança entre os investidores em relação à sustentação de uma valorização prolongada.

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Significado de bull market

O mercado de touros, ou ainda, bull market, significa um momento de alta em ativos de valor. O termo surgiu no mercado de ações, sendo usado por investidores da bolsa de valores.

E o touro virou símbolo do mercado financeiro por ser conhecido por levar sua vítima para as alturas. Usando seu chifre, que cruzar o caminho de um touro furioso certamente voará para o céu.

Enquanto isso, o bear market é representado pelo urso que possui um ataque em direção ao solo. O animal sufoca suas presas em um ataque para baixo, e por isso foi escolhido para representar um movimento de baixa.

No entanto, rapidamente a expressão foi adotada pelo mercado cripto. É comum os investidores de criptoativos usarem o termo quando o bitcoin está enfrentando um período de longa valorização no preço.

O sentimento otimista do mercado financeiro também pode ser chamado de bull market. Geralmente, isso acompanha um expressivo aumento dos preços, além de confiança no mercado e de aposta na manutenção dessa valorização dos ativos.

Day trade e bull market


A atividade de day trade consiste em operar diariamente no mercado cripto em busca de lucro, com operações de curto prazo. Geralmente, esses usuários usam estratégias de investimento baseadas na movimentação diária do preço de criptoativos como o bitcoin (BTC).

Sendo assim, o bull market pode servir para identificar um sentimento de otimismo no mercado. Esse sentimento, na maioria das vezes, resulta em uma valorização do ativo. Portanto, esse é um indicador indispensável para quem opera como day trader.

Investimento de longo prazo e curto prazo

O período de bull market pode ser identificado após uma sustentação de valorização dos criptoativos. Na maioria das vezes, esse sentimento é contínuo e prevalece durante um período no mercado cripto.

Desde dezembro de 2021, por exemplo, o mercado cripto deixou de vivenciar um bull market, com os principais criptoativos acumulando uma grande desvalorização. O sentimento de bull market também é usado para estabelecer estratégias de investimento baseadas no tempo.

Conhecidos como hodlers no mercado cripto, investidores de longo prazo tendem a apostar no bull market como forma de valorização de suas posições. No entanto, o início de um bull market pode mudar também o posicionamento de investidores de curto prazo, que apostam em variações de preço em um determinado período no mercado.

Diferenças entre bull market e bear market


O touro é usado como símbolo do mercado cripto para expressar um momento de grande valorização dos ativos. Por outro lado, o movimento de queda nos preços pode ser entendido como bear market.

Na verdade, os dois termos são antagônicos e servem para identificar momentos distintos no mercado cripto. Enquanto o bull market sinaliza alta valorização de criptoativos, no bear market acontece o contrário.

Ou seja, o bear market, em tradução, mercado de urso, reflete um sentimento de pouca confiança na sustentação dos preços, onde os investidores não esperam por uma valorização prolongada dos ativos.

Desde dezembro de 2021, o mercado cripto vivencia um bear market, por exemplo. O bitcoin e outros criptoativos acumulam uma grande desvalorização, que sinaliza um sentimento de pessimismo dentro do mercado de urso.

Bolsa de valores e Wall Street

O touro e o urso não foram escolhidos de forma aleatória pelo mercado financeiro. Os dois animais traduzem sentimentos opostos em relação aos investidores e o comportamento de ativos como criptoativos e ações.

No caso do touro, o animal usa o chifre em sua defesa e o ataque dele costuma ser para o alto. Ou seja, esse movimento foi incorporado à bolsa de valores e em Wall Street como um momento de valorização dos ativos.

Enquanto isso, o urso é conhecido por um ataque sufocante, levando a presa para o solo. Isso serviu para que o animal fosse escolhido para representar um momento de desvalorização no mercado financeiro aliado com um sentimento pessimista entre os investidores.

Como a maioria do mercado financeiro aposta na valorização dos ativos, o termo bull market ganha mais notoriedade entre os investidores. Tanto é que é comum encontrar em frente aos escritórios de bolsa de valores a imagem de um touro imponente, todo dourado.

Em Wall Street, um touro feito de bronze foi instalado pelo artista italiano Arturo di Modica e é considerado uma atração turística. A escultura foi inspirada em uma obra de 1985 da bolsa de valores de Frankfurt, na Alemanha, que tinha uma escultura de um urso e um touro, criados em comemoração aos 400 anos da instituição financeira.

Há quase um ano, o bitcoin enfrenta um bear market com grande desvalorização de preço acumulada no mercado cripto. Mas, existem alguns gatilhos no mercado que podem reverter essa situação, iniciando assim um novo período de bull market.

quarta-feira, 23 de novembro de 2022

Uniswap é criticada por plano de compartilhar endereços de carteira de usuários

 

Uniswap é criticada por plano de compartilhar endereços de carteira de usuários



A maior exchange descentralizada (DEX) do mercado cripto, a Uniswap (UNI), está recebendo muitas críticas de usuários por seu plano de compartilhar endereços de carteira com terceiros em caso de processos regulatórios ou legais. A medida consta na nova política de privacidade da DEX divulgada no dia 17 de novembro


“Queremos ser absolutamente claros sobre quais dados estamos protegendo e como usamos quaisquer dados que coletamos. A transparência é fundamental. Não queremos nunca surpreender os nossos usuários”, disse a Uniswap Labs em um post em seu blog.


Uniswap pode divulgar dados de usuários

De acordo com o post, a Uniswap poderá compartilhar as informações do usuário com terceiros em alguns casos. São eles: “litígios, processos regulatórios, medidas de conformidade e quando obrigados por intimação, ordem judicial ou outro procedimento legal”.

Além disso, a Uniswap Labs disse que também pode divulgar os endereços de carteira e outros dados com empresas de infraestrutura, como Infura e Cloudflare, por exemplo. Também pode compartilhar as informações com provedores de análise de blockchain para detectar e prevenir crimes financeiros.

Conforme destacou a Uniswap, não há coleta ou armazenamento de dados pessoais, como nomes de usuários, endereços residenciais, data de nascimento, endereços de e-mail ou endereços IP. “A Uniswap não compartilha seus dados com terceiros para fins de marketing”, disse a equipe.

A Uniswap Labs informou ainda que pode divulgar dados para investigar ou proteger contra atividades fraudulentas ou ilegais e riscos de segurança.

“Nós podemos transferir ou compartilhar dados com outra entidade em caso de fusão, aquisição, falência, dissolução, reorganização, venda de ativos ou ações ou outra transação comercial”, completou.

Por fim, a equipe destacou que lançou há pouco tempo um “servidor proxy reverso”. De acordo com a publicação, a solução impede que ferramentas de terceiros leiam os dados do usuário.

Usuários criticam nova política da Uniswap

Como era de se esperar, muitos usuários ficaram insatisfeitos com a nova política da Uniswap, conforme publicou The Defiant.

“A Uniswap é ao mesmo tempo o aplicativo DeFi mais descentralizado… Mas também é a corporação mais centralizada e corrupta quando se trata de lobby cripto”, disse Chris Blec. Ele é delegado de governança da MakerDAO.

Outros ironizam a iniciativa, afirmando que ela não corresponde ao espírito da descentralização e ao que é DeFi.

Enquanto isso, @magicdhz ponderou que é assim que funciona o processo de adoção:

“Eu odeio dizer isso a você, mas é assim que a adoção se parece”, disse Magicdhz. “A maneira como eu leio isso é, se as autoridades tiverem algum motivo para investigar suas atividades a Uniswap obedecerá. Se você não gosta dos termos de privacidade do Uniswap, pode bifurcar o código.”